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Bate-Papo FGV: Venezuela e geopolítica na América Latina

 

O Bate-Papo FGV de hoje convida Oliver Stuenkel, Coordenador do CPDOC em São Paulo, para falar sobre “Venezuela e geopolítica na América Latina”. Assista aqui.

Ler também:

Constituinte assume poderes do Congresso e aprofunda crise na Venezuela

Why Venezuela will not look like Cuba (or North Korea)

Why does Brazil’s Workers’ Party still support the Maduro regime in Venezuela?

Como lidar com um Trump brasileiro (EL PAÍS)

 

https://brasil.elpais.com/brasil/2017/10/10/opinion/1507636832_741558.html

Quatorze países latino-americanos terão eleições presidenciais em 2018 e 2019. Na maioria deles, há uma ampla rejeição à elite política. No México, por exemplo, apenas 2% dos eleitores confiam em partidos políticos e só 4% acreditam que o país está no rumo certo. Em quase toda a América Latina ocorre algo similar. Devido ao baixo crescimento econômico e à desconfiança na classe política — e na própria democracia —, o próximo ciclo eleitoral na região deverá trazer profundas mudanças. Embora isso não seja negativo per se — de fato, as elites políticas precisam ser renovadas urgentemente —, há um risco enorme de que o atual descontentamento generalizado levo ao surgimento de salvadores da pátria no continente, os quais …

Apply now: Global Governance Futures

 

Se você é apaixonado por discutir grandes desafios globais, como a crise de refugiados e o papel das cidades na governança global, e quer trabalhar com fellows de diversos países para propor formas de resolvê-los, conheça o fellowship do Global Governance Futures (GGF). Os candidatos ao programa precisam ter três anos de experiência profissional, excelência acadêmica e fluência em inglês. Os contemplados com a bolsa participarão de diálogos em Washington D.C., Nova Déli, São Paulo, Paris e Berlim, financiados pelo GGF.

A iniciativa é patrocinada pelo Global Public Policy Institute e a Fundação Robert Bosch, e estamos muito felizes em anunciar que a Fundação Getulio Vargas (FGV) é a parceira brasileira deste programa. http://www.ggfutures.net/apply

FGV lança nova turma do MBA em Relações Internacionais em Brasília

 

Em fevereiro de 2018, começam as aulas da nova turma do MBA em Relações Internacionais da FGV em Brasília. O curso existe desde 2009 no Rio, desde 2012 em São Paulo e desde 2016 na capital. Para mais informações, acesse: http://fgv.br/mba-ri

Sobre o MBA

Qual o papel da guerra e da paz no século XXI? De que modo tem evoluído o equilíbrio de poder diante das transformações estruturais do mundo contemporâneo? Qual é o ambiente estratégico em que vivemos e o que há de novo nas relações internacionais nos dias de hoje? O MBA em Relações Internacionais da FGV conta com uma equipe multidisciplinar que prepara seus alunos para responder a essas perguntas com sofisticação. O foco recai na utilização …

The One Big Trend in Latin America’s Coming Elections

Andres Manuel Lopez Obrador, president of the left-wing political party National Regeneration Movement (MORENA)

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BY OLIVER STUENKEL | OCTOBER 5, 2017

Fourteen Latin American countries will hold elections within two years. Most share a rejection of the establishment, and the search for a savior.

http://americasquarterly.org/content/one-big-trend-latin-americas-coming-elections

“Anybody who tells you they know who will win is misinformed,” a Mexican political analyst recently told me in a debate about next year’s presidential elections. In a scenario where only 2 percent of Mexicans trust political parties and only 4 percent believe the country is on the right track, she said, anything can happen.

The heated debate about campaign finance is just one sign of growing rage in the country after a string …

Review of ‘Post-Western World’ in the New York Review of Books (NYRB)

The Chinese World Order Andrew J. Nathan OCTOBER 12, 2017 ISSUE

http://www.nybooks.com/articles/2017/10/12/chinese-world-order/

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Two other recent books, however, while approaching the subject in very different ways, suggest that China is not as threatening as many commentators would have us believe. Michael Auslin, a research fellow at the conservative Hoover Institute, declares the end of the Asian Century before it has much begun, because leading Asian countries, including China, have not adopted the business-friendly economic practices, pro-democracy political reforms, and cooperative regional institutions that would enable them effectively to rival the West. Oliver Stuenkel, a Brazilian academic more on the left, argues instead that the emergence of China and other Asian powers is an accomplished fact that cannot be reversed, but …