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Ricupero1

Aula Magna do MBA em Relações Internacionais em São Paulo

 

No dia 27 de maio às 11h o Embaixador Rubens Ricupero ministrará a aula magna do MBA em Relações Internacionais em São Paulo. Ela falará sobre os principais desafios da política externa do próximo governo.

Endereço: Avenida Paulista, 548, 1º andar, sala 11, São Paulo/SP

Inscreva-se aqui.

Ricupero tem uma notável carreira, tendo sido Ministro da Fazenda durante a implementação do Plano Real (1994), Ministro do Meio Ambiente (1993-1994) e Secretário Geral da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (1995-2004). Foi também representante brasileiro junto à ONU, em Genebra (1987–1991), e Embaixador do Brasil em Washington (1991-1992) e Roma (1994).…

BSB

Encontro com o Coordenador – MBA em Relações Internacionais em Brasília

   

Nos dias 5 de junho às 16h e 6 de junho às 9h, Oliver Stuenkel, coordenador do MBA em Brasília, estará na FGV da capital federal para conversar com interessados no curso. Tirará dúvidas sobre professores, conteúdo e mercado de trabalho. As inscrições para a conversa podem ser feitas no link: http://mgm-brasilia.fgv.br/node/9238/signups/signup

Sobre o MBA

Qual o papel da guerra e da paz no século XXI? De que modo tem evoluído o equilíbrio de poder diante das transformações estruturais do mundo contemporâneo? Qual é o ambiente estratégico em que vivemos e o que há de novo nas relações internacionais nos dias de hoje? O MBA em Relações Internacionais da FGV conta com uma equipe multidisciplinar que prepara seus alunos …

BRICS9

What to look out for in the run-up to the 9th BRICS Summit in Xiamen

 

In less than four months, the leaders of the five BRICS nations will gather in the charming city of Xiamen in Fujian Province. It will be a high-point of a year that has seen an unprecedented degree of Chinese diplomatic activism, ranging from the Belt and Road Forum held in Beijing last weekend to a flurry of intra-BRICS activities, including issues such as cybersecurity, G20 and strengthening people-to-people exchanges. What are the key dynamics that will shape the summit? 

First of all, it becomes increasingly evident that, due to the growing power asymmetry within the grouping, BRICS must be understood as one element in a much broader Chinese effort to reshape global affairs. This does not mean that Chinese …

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Lançamento de livro: BRICS e o Futuro da Ordem Global

 

Disponível na Amazon, Saraiva e Livraria Folha

ISBN: 978-85-7753-360-2 290 páginas R$ 57,90 Editora Paz e Terra

Sinopse

A primeira e mais abrangente análise acadêmica da história do termo BRICS. Em 2001, o economista Jim O’Neill, trabalhando para o banco Goldman Sachs, criou o termo “BRICS” para se referir às maiores economias emergentes: Brasil, Rússia, Índia e China. Tais potências em ascensão, ele argumentou, deveriam ser os pilares de um novo sistema de finanças e de governança global. Em 2010 a África do Sul se juntou ao grupo, formando o BRICS, com “s” maiúsculo. E, graças a uma iniciativa conjunta do Brasil e da Rússia, tornou-se um conceito corrente nas relações internacionais, ganhando significado político por meio de …

CUP

Can China Union Pay challenge Visa and Mastercard?

 

As the Chinese government welcomes leaders from around the world for its Belt and Road Forum in Beijing, analysts will ask: is the One Belt One Road (OBOR) initiative a plan to overthrow the existing global order, by pulling Asian countries into its sphere of influence?

That may be the wrong question. After all, China has been very much supportive of existing institutions -- it has increased its financial support to the World Bank and the IMF, it is a permanent UN Security Council member, and it provides more troops to UN peacekeeping missions than all the other permanent members combined. Yet Beijing's strategy goes beyond merely supporting existing outfits. In addition, China is quietly crafting the initial building blocks of …

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Por que o Brasil está certo ao buscar adesão à OCDE (EL PAÍS)

 

A adesão teria um relevante valor simbólico na emergente ordem multipolar do século 21

http://brasil.elpais.com/brasil/2017/05/08/politica/1494280126_581128.html?id_externo_rsoc=TW_BR_CM

Quando o Governo brasileiro formalizar, em breve, seu pedido de adesão à Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), haverá críticos que acusarão o Governo de entreguismo e de, ao querer se juntar ao “clube dos ricos”, limitar desnecessariamente a autonomia do Brasil no sistema internacional.

Tais argumentos aumentarão o custo político do processo de adesão, mas são em grande parte ideológicos e dificilmente apoiados por fatos. Vale lembrar que, depois dos primeiros acordos feitos no segundo mandato de FHC, foi durante a presidência de Lula que o Brasil e a OCDE se aproximaram por meio do “engajamento ampliado” – o que podia ser …

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Debate na FGV em Brasília: “Venezuela: o que fazer?”

 

Debate na FGV em Brasília: O que explica a atual crise política e econômica na Venezuela? Países vizinhos, como o Brasil, podem ajudar o país a resolver o impasse? No dia 15 de maio às 19h, o professor Oliver Stuenkel e o jornalista Samy Adghirni, repórter da Bloomberg e ex-correspondente da Folha de São Paulo em Caracas, discutirão quais os prováveis rumos da política na Venezuela, o papel da região e as possibilidades para a solução dos entraves enfrentados pelo país. Inscrições podem ser feitas aqui.

Sobre os convidados

Oliver Stuenkel é professor adjunto de Relações Internacionais na FGV em São Paulo, onde coordena a Escola de Ciências Sociais (CPDOC) em São Paulo e o MBA em Relações …

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No Easy Way Forward for Bolivia, With or Without Morales

 

http://americasquarterly.org/content/no-easy-way-forward-bolivia-or-without-morales

BY OLIVER STUENKEL | MAY 4, 2017

Even as Bolivia’s president flirts with authoritarianism, the opposition is failing to offer a real alternative.

Bolivia’s President Evo Morales has long been seen as a benign (and, ultimately, successful) version of Latin American left-wing leadership. Questionable international partnerships and controversial nationalizations aside, Morales’ prudent macroeconomic management has helped Bolivia’s economy outperform many of its neighbors over the past 12 years of his administration.

But with presidential elections scheduled for 2019 and Morales technically barred from running for a fourth term, there are growing signs that the Bolivian democrat could give in to the same strongman compulsions that have attracted his counterparts in Venezuela and elsewhere in the region. What’s more, …