MBA em Relações Internacionais da FGV — Depoimentos de ex-alunos

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Fernando Messineo Libano
Administrador, mestrando no Instituto Superior de Relações Internacionais e de Desenvolvimento (Genebra)

"Com mais de 10 anos de experiência na área financeira no setor privado, escolhi o MBA como opção que me permitia retomar os estudos sem exigir a interrupção da minha ocupação. Meu objetivo principal era conhecer melhor uma área que já era de meu interesse, apesar de não ter uma aplicação prática imediata no meu trabalho. Com o avançar do curso, porém, esse interesse na área cresceu e durante o segundo ano resolvi que utilizaria o MBA como ponte para uma mudança de carreira. Pesquisei sobre diversas escolas, conversei com os professores e, após os processos seletivos, encerrei as aulas do MBA já aprovado para um mestrado no exterior.

Quanto ao curso em si, tenho uma visão extremamente positiva. É inegável a qualidade dos professores e o alto nível do debate sobre temas de destaque na esfera internacional. Os professores conseguem introduzir os assuntos para algumas pessoas sem perder o interesse dos que já têm conhecimento nas áreas. Tive essa impressão tanto em assuntos dos quais tinha mais conhecimento pela minha profissão, como finanças internacionais, ou em áreas novas de conhecimento. Além disso, a experiência profissional e acadêmica destes professores é impressionante e isso é transmitido para os alunos durante as aulas.

A frequência de aulas permite que o curso seja conciliado com o trabalho em tempo integral, situação da maior parte dos meus colegas. A variedade no background dos alunos contribuiu bastante para que todos os assuntos discutidos fossem abordados por vários aspectos. Essa variedade significa também que o MBA tem uma função diferente para cada aluno. Havia pessoas em diferentes estágios de suas trajetórias pessoais e profissionais e para todas elas o MBA teve uma função importante. Para mim, o resultado foi abrir uma porta para uma trajetória totalmente nova, com uma mudança de carreira e um foco maior na academia."

Alexandre Rodrigues
Jornalista

"Como jornalista, sempre me vi como um eterno estudante. Mesmo tendo ficado fora da sala de aula por mais de uma década depois da faculdade, sempre tive que fazer dever de casa. Escrevendo sobre política e economia, descobri logo que investigar todos os lados de um tema antes de uma entrevista fazia muita diferença na qualidade do que eu poderia entregar aos meus leitores.

Em 2011, um curso de aperfeiçoamento para jornalistas me levou aos Estados Unidos por três meses. Visitando redações de jornais e instituições como as Nações Unidas, comecei a ver o campo das Relações Internacionais como o ambiente favorável a uma ambição antiga: unir conhecimentos de política e economia. São duas disciplinas que caminham separadas nas páginas da imprensa, embora, no fim das contas, uma explique a outra.
Naquele período, eu já tinha passado por veículos como O Globo e O Estado de S. Paulo e estava prestes a ingressar na equipe da revista Exame. Comecei a sentir a necessidade de ir além da superficialidade que o imediatismo do jornalismo impõe, ainda que com o objetivo de justamente aperfeiçoar o meu trabalho como jornalista. Eu precisava ampliar o meu repertório para fazer perguntas melhores e saber analisar criticamente as respostas para escrever textos mais relevantes.

Para desenvolver habilidades analíticas, eu precisava ir mais fundo em temas como política internacional, economia, globalização, defesa, direto internacional. Como fazer isso com a rotina pesada de repórter que eu tinha? Além disso, afastado há tanto tempo da academia, eu nem sabia por onde começar.

Em 2012, o MBA de Relações Internacionais da FGV foi a solução perfeita. Virou o meu passaporte de volta à academia, já que o curso teve forte ênfase na revisão de literatura dessa área, e ao mesmo tempo se mostrou o formato mais adequado para conciliar minha rotina de estudos com o trabalho. Fiquei surpreso com o alto nível dos professores e com a qualidade da infraestrutura da FGV.

Gostei tanto do curso que acabei me empolgando com a área e, três anos após o MBA, voltei a ser estudante. Dessa vez em tempo integral. Em 2015, deixei o jornalismo de lado por um período. Estou agora me dedicando a um mestrado em Desenvolvimento Internacional na Universidade de Edimburgo, no Reino Unido. Esse novo passo só foi possível porque fui contemplado com uma bolsa Chevening, prestigiado programa do governo britânico. Tenho certeza de que o MBA da FGV contribuiu muito para essa conquista."

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