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MBA em Relações Internacionais da FGV — Depoimentos de ex-alunos

 

No dia primeiro de abril iniciam-se as aulas da nona turma do MBA em Relações Internacionais da Fundação Getulio Vargas no Rio de Janeiro. Em quase uma década de existência, a FGV conseguiu estabelecer um padrão de excelência altamente reconhecido pelo mercado de trabalho, oferecendo um programa desenhado para fornecer treinamento especializado ao profissional que atua no ambiente globalizado. À disposição do aluno estará um corpo docente de altíssimo nível, composto por professores graduados em instituições de renome internacional, cujas análises são frequentemente solicitadas por consultorias especializadas e pela mídia. As inscrições ainda estão abertas para interessados. Saiba mais em http://ri.fgv.br/mba

Ver também:

MBA em Relações Internacionais da FGV / Depoimentos de ex-alunas

MBA em Relações Internacionais da FGV

Odebrecht

Política externa é peça-chave para futuro do combate à corrupção no Brasil

 

Deve ficar para uma próxima liderança política o papel de protagonista no combate à corrupção na América Latina

http://brasil.elpais.com/brasil/2017/03/13/opinion/1489439674_745413.html

O terremoto político, causado pelas revelações de anos de pagamentos milionários e sistemáticos em suborno a políticos da América Latina pela Odebrecht e outras grandes empresas, é um desastre para o Brasil e sua política externa dos últimos 15 anos.

A estratégia do governo de impulsionar a influência do Brasil ao apoiar suas grandes empresas no exterior — a chamada 'internacionalização do capitalismo brasileiro' — foi um pilar fundamental da política externa regional a partir de meados dos anos 2000. Essa política permitiu ao país não apenas alcançar visibilidade e acesso sem precedentes, de Buenos Aires à Cidade do Panamá …

Tribuna

La presencia militar de Estados Unidos en América Latina: bases y cuasibases

 

https://egob.uniandes.edu.co/images/books/tribuna/tb-14.pdf

US Military Bases,Quasi-bases, and Domestic Politics in Latin America. Sebastián Bitar, Palgrave Macmillan, 2016. 204 páginas. Su versión en español será: La presencia militar de Estados Unidos en América Latina: bases y cuasibases, que será publicado por Ediciones Uniandes en 2017

Por Oliver Stuenkel

Empezando con la pérdida de la base aérea de Howard en Panamá en 1999, el número de bases estadounidenses en América Latina ha decaído continuamente. Luego de que Colombia firmara un acuerdo con Estados Unidos para localizar siete bases militares en su territorio, la Corte Suprema de Justicia declaró, en 2010, ilegal el acuerdo e impidió su materialización, decisión aceptada por el presidente Juan Manuel Santos, quien lideró la negociación cuando era ministro de …

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Three Top Challenges for Brazil’s Next Foreign Minister (Americas Quarterly)

 

http://americasquarterly.org/content/three-top-challenges-brazils-next-foreign-minister

 

BY OLIVER STUENKEL | MARCH 1, 2017

With just 18 months left in President Michel Temer’s term, Brazil’s next foreign minister will face an uphill battle.

José Serra’s tenure as Brazil’s Minister of Health from 1998 to 2002 was highlighted by a successful effort to overcome the resistance of U.S. pharmaceutical giants and provide Brazilians with universal access to generic AIDS drugs, a move that saved hundreds of thousands of lives. Serra was unable to make such a significant mark in his more recent stint as Brazil’s foreign minister – on Feb. 22, he announced he would be stepping down over health concerns after just 8 months on the job.

While Serra’s tenure in President Michel Temer’s …

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What can the G20 in Hamburg deliver?

 

The G20 rose to the occasion and moved to center stage of global governance in 2009, when the global financial system faced a meltdown — a period described by Daniel Drezner's "The System Worked" (reviewed here). The group was in fact formed a decade earlier, as a forum for finance ministers to jointly tackle the aftermath of the 1997-98 East Asian financial crisis. Given the increasing economic might and influence of emerging markets, a balanced group comprising the main advanced and emerging market economies was certainly more relevant, it seemed then, than the hitherto high-profile G7, the Group of 7 major advanced economies.

And yet, while the overall trend of multipolarization has continued since then, there are serious …

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MBA em Relações Internacionais da FGV / Depoimentos de ex-alunas

Nesse vídeo, as ex-alunas Inês Salles e Caroline Loureiro do MBA em Relações Internacionais falam sobre suas experiências no curso. Elas enfatizam a importância da formação para suas carreiras, que lhes possibilitou novas oportunidades profissionais e a compreensão mais sofisticada de fenômenos do cenário global.

As próximas turmas do MBA serão lançadas em abril de 2017 em São Paulo e no Rio de Janeiro, e em maio nas cidades de Alphaville e Brasília. Veja mais informações em http://ri.fgv.br/ensino/mba/apresentacao

 

MBA em Relações Internacionais da FGV – Prof. Salem Nasser

MBA em Relações Internacionais da FGV – Prof. Guilherme Casarões

MBA em Relações Internacionais da FGV – Prof. Oliver Stuenkel

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“Why Govern? Rethinking Demand and Progress in Global Governance” by Amitav Acharya (ed.)

 

Book review: Why Govern? Rethinking Demand and Progress in Global Governance. Cambridge University Press (2016), 350 pages. U$15.40 (kindle, amazon.com)

http://thediplomat.com/2017/03/book-review-why-govern-rethinking-demand-and-progress-in-global-governance/

The need for global governance has never been greater, but the system of international cooperation built after World War II around the UN is facing unprecedented challenges. Not only have these challenges become more complex, but the number of actors seeking to shape the global rules and norms is greater than ever before (creating the so-called Legitimacy-Efficacy Dilemma). Yet as Amitav Acharya points out in a new edited volume on the subject, the emphasis on “who governs” obscures the question of “why govern”. With that question in mind, the book covers a broad range of issue areas, …

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Trump abre janela de oportunidade para maior integração na América Latina (EL PAÍS)

 

Um dos principais obstáculos à maior integração regional é a divisão existente há anos na América Latina entre a Aliança do Pacífico e o Mercosul.

http://brasil.elpais.com/brasil/2017/02/13/opinion/1487024327_191535.html

É provável que Donald Trump rompa o consenso articulado 70 anos atrás de que os Estados Unidos devem atuar como âncora do sistema internacional por meio da promoção de normas globais e garantias de segurança a seus aliados. Essa estratégia revisionista de Trump poderá levar à incerteza e à instabilidade na Europa, Ásia e Oriente Médio, onde o recuo dos EUA teria profundas implicações geopolíticas.

No caso da América Latina, as consequências são em grande parte restritas ao âmbito econômico. O México deverá ser o mais afetado pela abordagem "America First" de Trump. …